POLÍCIA CIVIL PRENDE HOMEM POR CÁRCERE PRIVADO E VIOLÊNCIA PSICOLÓGICA CONTRA COMPANHEIRA EM SÃO GABRIEL
Defesa Civil e Inmet emitem avisos sobre grave situação no estado

A Polícia Civil do Rio Grande do Sul, por intermédio da Delegacia de Polícia de São Gabriel, coordenada pelo Delegado Daniel Severo, prendeu em flagrante, na tarde desta segunda-feira (27), um homem de 43 anos investigado pela prática, em tese, do crime de sequestro e cárcere privado em contexto de violência doméstica e familiar contra a mulher. A vítima é sua companheira e mãe de seu filho de dois anos de idade.
A prisão ocorreu após diligências realizadas por policiais civis na residência do casal, localizada no bairro Vivenda, em São Gabriel, onde havia suspeita de que a mulher estivesse submetida a restrições de liberdade e a um quadro contínuo de isolamento social, violência psicológica e financeira.
Segundo a apuração inicial, a mulher relatou que vinha sofrendo restrições em sua autonomia pessoal e profissional, além de dificuldades para romper o relacionamento em razão do ambiente de intimidação e controle exercido pelo investigado.
O preso foi conduzido para exame de corpo de delito, apresentado na Delegacia de Polícia para os procedimentos legais e posteriormente encaminhado ao sistema prisional, permanecendo à disposição da Justiça. O Delegado de Polícia Daniel Severo da Silveira, responsável pela lavratura do flagrante, destacou a importância da pronta intervenção estatal em situações de violência doméstica: “A violência doméstica nem sempre se manifesta por agressões físicas visíveis. Em muitos casos, a vítima é submetida a um processo gradual de isolamento, intimidação e controle que compromete sua liberdade, sua dignidade e sua autonomia. A repressão a esses crimes constitui prioridade institucional e a investigação prosseguirá para o completo esclarecimento dos fatos”. Reforçou a autoridade policial.
A Polícia Civil reforça que mulheres vítimas de violência doméstica podem procurar qualquer Delegacia de Polícia ou utilizar os canais oficiais de denúncia para solicitar proteção e atendimento especializado.
Fonte: Polícia Civil




