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Corsan diz que reservatório da COHAB não entrará em funcionamento este ano

Depois de quase duas semanas, a assessoria de comunicação da Corsan finalmente respondeu aos questionamentos da nossa reportagem, com relação ao reservatório de água da Cohab que completou um ano de instalação recentemente.

Em nota, a Corsan explicou que a instalação do reservatório foi dividido em cinco fases principais, e que agora a equipe técnica está trabalhando na terceira fase – Elaboração do projeto de modelagem hidráulica. Este processo, segundo a nota, deve se estender até o final do ano, o que leva a concluirmos que os moradores não devem esperar o pleno funcionamento do reservatório tão cedo. A Corsan não deixou claro, entretanto, se a caixa d’água irá, efetivamente, entrar em operação no próximo ano.

Confira a nota na íntegra

O reservatório de água instalado em 2024 no bairro Cohab, em Dom Pedrito, faz parte do projeto de ampliação do abastecimento da região. As ações foram divididas em cinco etapas:

1) Planejamento das atividades.

2) Compra e içamento do reservatório no bairro.

3) Elaboração do projeto de modelagem hidráulica.

4) Execução da modelagem hidráulica, com a setorização de redes de água.

5) Interligação do reservatório às redes de distribuição de água do bairro.

Depois da execução das duas primeiras etapas, agora está em andamento a modelagem hidráulica, que é o processo de simulação computadorizada dos caminhos que a água percorre nas redes de abastecimento, considerando a vazão, pressão, diâmetro das tubulações e consumo.

Esse recurso tecnológico permite planejar melhorias, prever o desempenho do sistema de abastecimento em diferentes cenários e conferir maior eficiência e segurança na prestação do serviço. Essas garantias são fundamentais para a sustentabilidade e a qualidade do fornecimento de água à população.

A previsão é de que, até o final do segundo semestre deste ano, o planejamento esteja concluído para que a próxima etapa entre em operação. A setorização da rede de água vai dividir o sistema de distribuição em áreas menores e isolados, que serão atendidas de maneira não centralizada, mas de forma mais independente. Isso vai facilitar a gestão operacional, permitir a identificação de vazamentos de redes com maior precisão e melhorar o controle de pressão e volume de água nas tubulações.

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