VARIEDADES

Dom Pedrito tira o chapéu para o padre Alex

O Rotary Clube Obelisco da Paz – caçulinha entre os clubes rotários de Dom Pedrito, atualmente formado apenas por mulheres -, promoveu, no dia 13 de abril, em conjunto com a APAE (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais) e com a loja Raio X (que comemora seus 15 anos) a 4ª edição do projeto ‘Pra Quem Você Tira o Chapéu’.

 

 

            A iniciativa consiste em abrir um concurso público em que qualquer pessoa pode inscrever seu texto, homenageando alguém da cidade pelo conjunto de sua vida e obra. Posteriormente, um júri escolhe o texto melhor elaborado e a pessoa citada no mesmo é conduzida à festa, sem saber que será a homenageada e, por consequência, o centro das atenções.

 

 

            Nas primeiras três edições, os destacados foram pela ordem: Terezinha Camponogara (presidente da Associação Pedritense do Deficiente), João Roberto Vasconcellos (diretor da Rádio Upacaraí) e João Jorge da Silva Alves (presidente do Centro Espírita de Jesus). Em 2014, a honraria recaiu sobre o padre Alex Kloppenburg, pároco local, a partir de texto elaborado por Valéria Brinhol Pilecco.

 

 

            Sabe-se que foi um grupo de paroquianos que articulou a homenagem, liderados por uma pessoa que não quis se identificar, e solicitou que Valéria escrevesse o texto. Padre Alex é um católico que possui muita empatia com a comunidade pedritense, sendo admirado pela sua grande cultura e vocação religiosa, além de o jeito carinhoso e solidário com que trata a todos, até por isso tendo conquistado livre-trânsito entre todos os segmentos da vida em sociedade.

 

 

            O evento foi realizado no Dom Pedrito Country Clube, conseguindo arrecadar uma renda líquida de R$ 11 mil, totalmente destinados à APAE. De acordo com a presidente da entidade assistencial, Cleci Comin, daquele valor R$ 5 mil serão utilizados para a folha de pagamento dos funcionários relativa ao mês de abril, enquanto que os R$ 6 mil restantes irão proporcionar a realização de um grande sonho dos apaeanos: a aquisição de uma cama ortostática.

 

 

            Trata-se de uma cama elétrica, onde o aluno é colocado e fixado com segurança, de forma que possa ser posicionado na vertical, o que facilita a circulação sanguínea nos membros inferiores dos cadeirantes. “Eles sofrem muito com o frio no inverno, em função da imobilidade das pernas. A gente (ditos ‘normais’), quando permanece muito tempo sentado, queixa-se de ter se ‘congelado’ nos dias frios, imaginem o que padecem os cadeirantes, o que será amenizado com esse equipamento”, explica Cleci.

 

 

 

            Por: Silvio Bermann

            Setor de jornalismo: portal@qwerty.com.br

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